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Seu primeiro agente de IA: parando de brincar com prompt e botando alguém pra trabalhar

Episódio

Seu primeiro agente de IA: parando de brincar com prompt e botando alguém pra trabalhar

02 de junho de 2026·8 min

Caio e Marina destrincham como sair do 'eu uso ChatGPT pra escrever email' e montar de verdade um agente com o Claude que faz tarefa repetitiva sozinho. Sem teoria solta: o primeiro projeto certo pra escolher, os erros que fazem todo mundo desistir na semana dois, e o passo a passo pra ter um agente rodando ainda essa semana.

Nesse episódio

01 O gancho: a diferença entre usar IA e ter um agente
  • Marina abre com a confusão do público: 'Caio, eu já uso ChatGPT, eu já não tô fazendo isso?' e Caio corta dizendo que não, que tem uma fronteira clara entre chat e agente
  • Definir agente de forma concreta e sem jargão: uma coisa que recebe uma tarefa, decide os passos e executa sem você ficar copiando e colando o tempo todo
  • A virada do episódio já no início: a maioria das empresas trava porque escolhe o projeto errado, não porque a tecnologia é difícil
  • Caio dá um exemplo rápido de cliente que economizou horas com um agente bobo de triagem de email, pra ancorar que isso é mundano, não ficção
02 Escolhendo o primeiro projeto (onde quase todo mundo erra)
  • Marina pergunta o que ela faria como leiga: 'eu ia querer automatizar a coisa mais importante da empresa, né?' e Caio mostra por que isso é furada no começo
  • O critério dos três filtros do Caio: tarefa repetitiva, com regra clara, e onde errar não quebra nada caro
  • Exemplo concreto: responder dúvidas frequentes de cliente, organizar leads que chegam, resumir reunião e mandar os próximos passos
  • Anti-exemplo: por que 'agente que fecha venda sozinho' é o pior primeiro projeto possível e por que as pessoas se frustram tentando isso
03 Mãos na massa: montando o agente no Claude
  • O que é o Claude e por que ele serve bem pra agente: Caio explica os Projects e os artefatos sem virar aula técnica
  • O passo a passo prático: dá pro agente um papel claro, dá o contexto da empresa, dá exemplos de como você quer a resposta, e testa com casos reais
  • Marina insiste no 'mas e o contexto, de onde sai?' e Caio mostra que você não precisa programar, precisa escrever bem a instrução, tipo treinar um funcionário novo
  • A sacada das ferramentas: conectar o Claude a coisas que ele consegue acessar, planilha, documento, pra ele não só falar mas fazer
04 O teste de realidade: por que o agente vai errar (e tudo bem)
  • Caio quebra a expectativa: o primeiro agente nasce meio burro e isso é esperado, o trabalho é ajustar
  • Como achar os erros rápido: rodar dez casos reais antigos e comparar com o que você teria feito na mão
  • A ideia de 'humano no loop' explicada simples: o agente prepara, você aprova, e só depois você solta a rédea aos poucos
  • Marina traz o medo real do público, 'e se ele mandar besteira pro cliente?', e Caio responde com o jeito de blindar isso na prática
05 Fechamento: o que fazer ainda essa semana
  • O desafio prático do Caio: pega UMA tarefa que você fez três vezes essa semana e transforma ela no seu primeiro agente
  • O erro de mindset a evitar: querer a automação perfeita antes de ter a feia funcionando
  • Caio fecha conectando com a missão: IA aplicada não é sobre a ferramenta da moda, é sobre tirar trabalho chato da sua frente e medir o tempo que sobrou
  • Gancho pro próximo passo: o que muda quando você junta vários agentes pequenos, deixando o público com vontade de continuar
Papo de CAIO
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